Minha total solidariedade ao presidente da Companhia do Metrô, Sergio Avelleda. O seu afastamento provisório, determinado pela Justiça, é absolutamente injustificado. É um profissional, com o qual convivi, quando eu era governador e ele presidente da CPTM, de altíssimo nível. Competente e correto. Na presidência do Metrô tem um papel exemplar. A decisão da Companhia, de dar andamento às obras da linha 5, tem respaldo jurídico e é o que manda o interêsse público. Não foi sua decisão isolada. Foi tomada em conjunto com todas as instâncias da Companhia e pelo colegiado da diretoria.
Não tenho dúvidas que a própria Justiça haverá de reparar o êrro cometido.
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