A estagnação do crescimento ( PIB 0%) no terceiro trimestre desse ano mostra um resultado inferior ao países do BRICs, incluindo a África do Sul. É também inferior ao crescimento de países da AL ( México, Chile ), dos EUA e de muitos países da Europa, e da zona do euro em seu conjunto. Isso mostra a falácia da presidente Dilma e do Ministro Mantega que progandeam que o Brasil está blindado contra a crise econômica mundial. Pelo contrário, está sofrendo mais que muitos outros países, emergentes ou desenvolvidos.
Os instrumentos que estamos usando atualmente são a ampliação do mercado interno, através do crédito fácil ao consumidor - o que terá consequências mais adiante - e o uso dos recursos do BNDES para ampliação de diversos negócios, mas que atendem apenas uma clientela limitada, aquinhoada sem muito critério, com resultados pequenos, já que não conseguem aumentar, de forma sensível, o percentual de investimentos em relação ao PIB, necessários para dar o arranque à indústria no nosso país.
O caminho do governo deveria ser uma forte ação sobre os gastos de custeio da máquina pública, permitindo a liberação de recursos para investimentos em infra estrutura e apoio ao parque industrial. E definir com clareza uma política industrial que permita alocar os recursos do BNDES, do Orçamento e das demais agências de crédito em empreendimentos geradores de tecnologia, de produção e de mão de obra, aumentando a nossa competitividade com os produtos estrangeiros, aqui e no exterior.
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